Mostrando postagens com marcador comportamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comportamento. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Comportamento: REPUTAÇÃO ONLINE: VOCÊ CUIDA DA SUA?


No final de 2011, a jornalista Rita Lisauskas reclamou publicamente, através da sua página no Facebook, dos atrasos de salários da RedeTV! Na época, Rita era âncora do telejornal “RedeTV! News” e estava insatisfeita com a emissora, devido a demora do pagamento salarial.

 “Queria só entender como tem empresário que consegue colocar a cabeça no travesseiro e dormir, sabendo que há centenas de profissionais sem salário há, no mínimo, dois meses bem na semana do Natal. E o pior: como tem assessor de imprensa (ou seja, coleguinha) que se digna a desmentir o óbvio com a seguinte pérola: ‘É mentira desses funcionários, pois os salários estão em dia.’ Aos colegas que pensaram em me enviar mensagem pedindo para que me cale nem percam seu precioso tempo. Sou profissional, tenho dignidade, mas não tenho estômago”, declarou a jornalista, que foi afastada do cargo logo após o desabafo e demitida pouco tempo depois.

Esse acontecimento é um ótimo exemplo do impacto do que falamos na internet. Geralmente o que postamos ou compartilhamos nas redes sociais fica exposto a todos e torna-se de fácil acesso. Atividades, gostos, fotos, interesses ou opiniões, nos caracterizam, isto é, tudo o que divulgamos sobre nós na rede, cria uma imagem a nosso respeito.
   
Além das funções de conhecer gente nova, reencontrar velhos amigos e iniciar relacionamentos por meio das páginas pessoais, por exemplo, você pode fazer negócios ou conseguir um trabalho. Então, se você não se preocupa com a sua reputação online, é melhor ir repensando desde já o que e como você escreve por aí.
   
Em busca de inovação, empresas e instituições passaram a utilizar a internet como forma de encontro de candidatos. Elas divulgam vagas para empregos nas redes sociais e através delas, analisam o perfil do seu possível empregado, também. Uma pesquisa realizada pela empresa de marketing digital KBSD mostrou que 72% dos recrutadores usam ferramentas de busca online para saber mais sobre candidatos. Além disso, 48% usam informações de sites pessoais para decidir se vão ou não contratar um profissional. O estudo também apontou que as redes sociais são fonte certa de pesquisa para os recrutadores: 63% deles checam as contas do Facebook, Twitter e blogs de potenciais funcionários.

Algumas dicas de como se comportar nas redes sociais são muito bem-vindas, como: evite postar informações muito pessoais, do tipo: “Bebi muito ontem e estou de ressaca”; compartilhe conteúdos interessantes; não faça na vida virtual o que você não faria na vida real; tome muito cuidado com as fotos que você publica, pois elas dizem muito sobre você; tenha cautela ao demonstrar suas emoções. Desabafar na rede é um erro. No geral, seja autêntico, sem pecar no que diz ou expõe.
   
    Lembre-se que o bem mais precioso de um profissional é a sua credibilidade. Você pode levar anos para construí-la e um clique para acabá-la.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Comportamento: Trem com fartura!

O velho trem que transportou tantos homens de mãos calejadas, homens de saúde precária, mas que mesmo assim achavam facilidade em expressar um sorriso. E este mesmo trem que levou sonhos de uma vida, não confortável, mas que consiga ultrapassar os limites de sobrevida, de mulheres macho, agora é ponto de uma outra aglomeração: O projeto São João com Fartura. “Evento especial constituído em um projeto de caráter didático, realizado desde 2006, desenvolvido por alunos do curso de Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas e Rádio e TV da Universidade Federal da Paraíba – UFPB, sob coordenação do professor Dr.Severino Alves de Lucena Filho, orientador da disciplina Laboratório de Planejamento de Eventos, com o objetivo de arrecadar e distribuir alimentos não perecíveis aos segmentos carentes da sociedade pessoense”. Conforme explicado no blog RelaçõesPúblicas e Publicidade e Propaganda (RPePP). 

O evento consiste numa viagem, de João pessoa com destino à cidade de Cabedelo, mais ou menos uma hora de viagem num trem sem preocupações de chegada. Em cada vagão um trio de forró cantou clássicos como “trem das onze”, “asa branca”, “olha pro céu”. Embalados por uma energia calorosa, da qual se fazia com facilidade a interação das pessoas, o trem viajou pelas margens de uma João Pessoa ignorada por muitos. Das janelas de grades redondas, via-se do trem os casebres e o olhar curioso das crianças que estavam a brincar com piões, pipas ou qualquer que fosse o objeto. Crianças têm disso, precisam de pouco para alimentar a fertilidade de sua imaginação. Também se viu o aglomerado de prédios, fábricas e condomínios fechados. Tudo isso entremeado pela pouca vegetação, fruto de um, como fala Caetano na música Purificar o Subaé, progresso vazio

O Público foi heterogêneo. Crianças pintadas, com fitas coloridas nos cachos caprichados do cuidado materno, idosos de sorriso fácil, adultos embalados pelo sabor da cerveja ou do refrigerante e jovens acompanhando o ritmo festivo dos vagões. Chegada à cidade de destino, o pequeno bloco junino seguiu em direção à Fortaleza de Santa Catarina, uma chuvinha fina acompanhou-nos. O que não foi motivo de intimidação para quem sentia nessa chuva e na música ecoada, o exorcismo das tensões advindas da semana dura de trabalho.

No Forte, o bom e velho espírito cirandeiro tomou conta dos foliões e algumas das pequenas cirandas que se formaram fundiram-se numa única roda a cantar “sou rosa vermelha, ai meu bem querer, beija flor sou tua rosa, hei de amar-te até morrer”. A sanfona deu um breve “até logo” à fortaleza por volta das 17 horas, porém a animação de seus acordes continuou na volta dentro do trem. Curiosamente, o evento transcorreu-se harmonicamente. Sem violência nem algum mal-estar que necessitasse de atendimento médico, mesmo o SAMU estando pronta para o ofício, na construção colonial. Um bem-estar muito provavelmente também foi percebido pelo quantitativo na arrecadação de alimentos, previsto esse ano para as 5 toneladas. A comida arrecadada talvez não desperte a fome por mudança da população beneficiada, mas saciará a fome que muitas vezes passa a sensação de objeto descartado, que a “gente humilde”, de Chico Buarque, experimenta em doses amargas.


terça-feira, 3 de julho de 2012

Comportamento: Uma segurança mais completa




Eram 22 horas e a pulsação de Ignácio convergia com os milésimos que pareciam correr mais lentamente em função de sua espera. Ele a esperava com uma sede de conhecimento profícuo, e que a força de suas tecladas recusava-se a acreditar que tudo aquilo poderia não passar de uma simples quebra de rotina pachorrenta. 

Verídia adentrara o recinto virtual sagrado começando por tecer os diálogos usuais de cumprimentos e estados de espírito, tentando analisar nos pixels que formavam a grafia algum sinal de quereres que ultrapassassem o comprometimento “online’’. A querença de ignácio fazia-se de mesma natureza. Amantes em busca de um ideal que talvez fuja de suas possibilidades reais. 

Dois países, dois estados, duas cidades, dois bairros, enfim, duas realidades. São desses dois estereótipos a realidade de muitas pessoas que perambulam pelas redes sociais e que acabam por desenvolver uma relação de afeto com um desconhecido ou relativo conhecido, na qual o abraço entre ambos possa não passar de um simples “HUG” digitado nas conversações.

Na chamada “Aldeia Global” , preconizada por McLuhan, o cuidado não só com a segurança no que diz respeito à números bancários, de Cpf, Identidade entre outros é necessário, mas assim como um cuidado com uma segurança que apercebemos de forma tênue quando desenvolvemos diálogos na world wide web: a segurança de sentimentos. Fundamental se você futuramente irá interagir com pessoas diversas e que por ventura conhecem seus ex(amigos, amores) virtuais. Ou seja, não expor algumas de suas pessoalidades é vital para uma melhor segurança [http://cartilha.cert.br/] no ciberespaço.

A questão de como nós podemos estar assegurados num mundo onde aumenta o uso de aplicativos online que expõem a rotina e as afinidades de cada, é um campo que necessita de delicada análise. Agir comedidamente não só na rede mundial mas como na chamada “vida real” é o grande norteador de uma segurança qualitativa.





segunda-feira, 2 de julho de 2012

Comportamento: As telenovelas influenciam as pessoas?


Depois de um dia cansativo de trabalho mais de dois bilhões de pessoas retornam para suas casas, tomam aquele banho, jantam e... Isso mesmo, hora da novela! Engana-se quem pensa que isso é um hábito apenas das mulheres, donas de casa e pessoas de baixa classe social. “A maior parte do público não tem bagagem cultural para um entretenimento mais consistente do que a telenovela, e uma boa parte que tem essa bagagem teve um dia cansativo, quer espairecer. Não estou dizendo que uma telenovela precise ser idiota, mas não pode exigir reflexão demais”, diz Gilberto Braga. 

Fenômeno de audiência, as novelas passam a fazer parte da vida do telespectador de tal maneira a influenciá-lo no modo de se vestir, falar e até mesmo nos valores sociais. O público cria laços afetivos com os personagens tão fortes, que eles tornam-se modelos a serem seguidos. As tendências da moda, por exemplo, muitas vezes sai da tela da TV para as ruas, despertando o desejo nas pessoas de adquirir a peça que aquele ator/atriz usa na novela, começando a participar ativamente do dia-a-dia do telespectador. E isso se repete a cada nova novela que for acompanhar, um verdadeiro ciclo vicioso imposto pela teledramaturgia. 

Segundo a Professora do Núcleo de Pesquisa em Telenovela da USP, Maria Lourdes Motter, as novelas fazem muito sucesso pelos assuntos que retratam: encontros e desencontros, separação, traição, segredos, mistérios, disputas. Sempre irão envolver basicamente estas coisas, independente do autor ou da época, a diferença é apenas o avanço tecnológico. Estes assuntos e tantos outros levam o público a debater, opinar sobre temas polêmicos, problemas urbanos e influenciam até mesmo na quebra de tabus. Escalada, de 1975 fez estourar a polêmica do divórcio, que virou lei um ano depois, por exemplo. “Ninguém aguenta ver um documentário sobre leucemia, mas esse assunto se torna atraente quando entra no enredo das novelas”, completa Maria Lourdes Motter.

No dia 12 de março de 2005, oito em cada 10 TVs ligadas no Brasil estavam sintonizadas no último capítulo de Senhora do Destino, e isso reforça o poder que as novelas têm. Essa influência torna-se negativa quando as pessoas confundem ficção com realidade, e começam a copiar o personagem de maneira fantasiosa percebendo que na vida real é diferente, muitas vezes levando a decepção.

É preciso ter censo crítico para saber realmente separar esses dois paralelos: realidade/ficção, não se deixando levar pela trama, que muitas vezes intervém na formação da moral das pessoas, as alienando e impondo ao público determinado comportamento. Faz-se necessário que o telespectador tenha o cuidado na interpretação dos fatos, não trazendo a novela à sua vida de maneira ilusória. Na vida não há textos já definidos, personagens escolhidos, cenário arrumado. Cada pessoa com seu enredo, suas escolhas, seu modo de viver, esperando o que acontece no capítulo de amanhã, marcado pela incerteza dos fatos, que podem mudar a qualquer momento o desfecho de sua história.


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Comportamento: Tempos modernos, tempos não céticos!




Em meio à modernidade desta nova década e a notável diversidade entre as pessoas, a espiritualidade tem tomado novos rumos, agindo de maneira diferente dentro de cada grupo que segue “tal” estilo de vida. Segundo o Dicionário Aurélio, Religião significa crença na existência de força ou forças sobrenaturais. Não há números exatos de quantas religiões, facções, seitas, filosofias religiosas e/ou pensamentos religiosos existem, mas sabe-se que são milhares. Cada qual com seus líderes espirituais, doutrinas, regras a serem seguidas, rituais e seguidores. O que há em comum é a devoção e o sentimento de estar submetido à uma força maior, que lhe ajudará em cada passo da vida.

 A religião na mente das pessoas está diretamente ligada à igreja, e diante de tantos casos infelizes envolvendo líderes religiosos, falsos profetas exalando heresias, e sendo tratada de maneira um tanto quanto comercial e metódica: é preciso ter uma religião para satisfazer um lado carente de algo, até mesmo para estar no modelo da sociedade. Pensa-se logo, por exemplo: “se sou cristã, então serei católica, protestante ou ortodoxa. Se sou protestante, tenho um naipe de igrejas, todos os quais com suas doutrinas e líderes, e irei escolher a que tem maior afinidade com meu modo de viver. Feito isto irei para os cultos, dízimo e pronto.” Falta o entusiasmo para aquilo que impulsiona a vida, as pessoas veem mais facilidade em cair no comodismo, e ficar por isso mesmo. Ou, depositam sua esperança em homens e quando veem algo mudando pra melhor na sua vida já se doam de corpo e alma para a religião, para a igreja que congrega, e aí o fanatismo toma o lugar da fé e da espiritualidade, a principio tão almejada.

 Todos buscam a felicidade, alcançar aquilo que tanto anseiam realizar, preencher o vazio que sentem muitas vezes por mágoas, angústias, até mesmo pela constante corrida pelo dinheiro. Algo para firmar seus sonhos e sentir-se bem, protegido mesmo em meio às adversidades, sentir o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem... É aí que temos a fé! Não dá para explicar o que é em palavras, mas ela mexe com o emocional, o sentimental das pessoas, e mesmo em meio a grandes tribulações serve como força ao cansado, alimento ao que está fadigado, faz acreditar que há um Deus (Força maior que rege sua vida, expressa pelo que se acredita) que está ao seu lado, e que lhe fará prosperar diante de qualquer situação.

 A confusão que atualmente existe neste tema é quando se mistura religião e fé, uma série de acusações amargas entre esses dois extremos acaba por confundir e criar divisores ainda mais intensos entre as pessoas, que por crerem em algo diferente do próximo não toleram a convivência, perdendo o respeito ao expor até mesmo sua opinião. Não há como viver de maneira autossuficiente, o ser humano é limitado e falho, e por natureza própria necessita estar amparado por algo que lhe dê segurança e não lhe abandone, principalmente nos momentos mais difíceis. E as bênçãos alcançadas na vida, será consequência dessa relação, devoção, a quem sentimos que cuida de nós, em todo o tempo, e que não é preciso estar em nosso meio fisicamente. Isso é o que importa, o que sustenta a fé de cada um, o resto é mero devaneio humano marcado por falhas por sermos exatamente humanos! Tendo em mente que sempre haverá buscas incansáveis a serem feitas, e nem sempre obteremos respostas óbvias e racionais, tudo depende do que fundamentamos e regemos em nossa vida.



 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Best WordPress Themes